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Data de publicação: 24/10/2024 14:42 | Tempo estimado de leitura: 4 minutos
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O turismo espacial tem avançado a passos largos, e o voo que permitiu turistas flutuarem no espaço marcou esse crescimento. Em setembro, a missão Polaris Dawn, com cinco dias de duração, levou quatro passageiros para orbitarem a Terra. A viagem foi realizada pela SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk, que busca expandir esse mercado com o objetivo final de colonizar Marte.
A SpaceX deu um grande passo no dia 13 de outubro, quando o foguete Super Heavy lançou a nave não-tripulada Starship, que fez um pouso inédito na plataforma de lançamento. Especialistas apontam que a reutilização de equipamentos, como visto nesse teste, pode reduzir os custos das viagens espaciais.
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Até o momento, o turismo espacial é reservado para aqueles que atuam como passageiros ou financiadores dessas missões. Mas quanto custa, de fato, essa aventura?
O valor pago por passageiro na missão Polaris Dawn, que utilizou a nave Crew Dragon, não foi divulgado, mas estimativas apontam que o custo tenha sido de algumas centenas de milhões de dólares, conforme a agência Reuters.
Essa estimativa baseia-se em outra viagem da Crew Dragon. Em 2021, a SpaceX cobrou US$ 55 milhões (R$ 300 milhões) por passageiro na missão Ax-1, segundo o Washington Post. Nessa ocasião, quatro empresários passaram 16 dias na Estação Espacial Internacional (ISS).
A missão Polaris Dawn foi financiada por Jared Isaacman, bilionário e fundador do serviço de pagamentos Shift4 Payments, com uma fortuna estimada em US$ 1,5 bilhão, segundo a Forbes.
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Os voos da SpaceX costumam ser mais caros devido à sua maior duração e distância. No entanto, existem opções mais acessíveis. Empresas como Blue Origin, de Jeff Bezos, e Virgin Galactic, de Richard Branson, oferecem viagens rápidas ao espaço a preços menores.
As missões da Blue Origin, feitas com a nave New Shepard, duram cerca de 10 minutos. Já os voos da Virgin Galactic, utilizando a aeronave VSS Unity, têm uma duração de aproximadamente 15 minutos.
Em 2021, a Blue Origin leiloou uma passagem para seu primeiro voo tripulado por US$ 28 milhões (R$ 150 milhões). O vencedor desistiu da viagem, sendo substituído por um estudante de 18 anos. Um ano depois, o preço havia caído: duas passagens para outra missão foram compradas por US$ 1,25 milhão (R$ 6,8 milhões) cada, pela iniciativa de criptomoedas MoonDAO.
Já a Virgin Galactic cobra US$ 600 mil (R$ 3,2 milhões) por passagem, mas quem comprou no início das vendas há quase 20 anos pagou US$ 200 mil (R$ 1 milhão). Atualmente, cerca de 800 pessoas estão na fila de espera para voar com a Virgin Galactic, conforme informado pela empresa à agência AP em agosto de 2023.
Para reduzir o tempo de espera, a Virgin Galactic planeja utilizar duas unidades de uma nova aeronave, chamada Delta, com capacidade para realizar 125 voos e transportar 750 passageiros por ano.
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Enquanto viajar ao espaço ainda é um privilégio para poucos, muitos entusiastas têm visitado os locais de lançamento para acompanhar as decolagens ao vivo. A Nasa, por exemplo, oferece pacotes para assistir aos lançamentos de foguetes em Cabo Canaveral, na Flórida, onde a maioria das naves dos EUA é lançada. Detalhes sobre os eventos podem ser encontrados no site oficial da agência.
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